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Software livre: do ambiente domestico ao empresarial

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  • 1. Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Centro Superior de Educao ca Tecnolgica - CESET o Software livre: do ambiente domestico ao empresarial Limeira 2007
  • 2. iUniversidade Estadual de Campinas - UNICAMP Centro Superior de Educao ca Tecnolgica - CESET o Software livre: do ambiente domestico ao empresarial Vanessa Oliveira Campos Trabalho requisitado para concluso da disciplina a ST566 - Tpicos em desenvolvimento tecnolgico. o o Orientador: Vladimir Limeira 2007
  • 3. iiQuis custodiet ipsos custodes? Juvenal
  • 4. iiiSumrio aLista de guras ivIntroduo ca 11 Software livre e cdigo aberto o 22 O uso do software livre: vantagens e desvantagens 73 Quem est adotando o software livre? a 144 O software livre para o prossional de TI 165 Concluso a 18Anexo A: Tabela de equivalncia de softwares [6] e 19Glossrio a 23Referncias bibliogrcas e a 24
  • 5. ivLista de Figuras 1.1 Categorias de software[1] . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
  • 6. 1Introduo ca H mais de vinte anos o software livre vem tentando atrair um p blico menos tcnico, a u emais domstico. Isto porque o software livre nasceu no meio de desenvolvedores de soft- eware e se manteve com um conjunto de ferramentas altamente tcnicas e de uso extrema- emente complexo por muito tempo. Ainda hoje existem distribuies de Linux que exigem que o usurio tenha um m co a nimode conhecimento de programao. E ainda existem softwares desenvolvidos com o conceito cade que o usurio obrigado a saber tudo pra conseguir realizar tarefas simples, como editar a eum texto. Entretanto esta mentalidade tem mudado, pois a comunidade do software livre desejaconquistar todo tipo de p blico. Para isto, no basta oferecer o software gratuitamente, u amas tem que oferecer um software de qualidade e fcil de manipular. a O objetivo deste trabalho mostrar que existem muitos softwares livres e gratuitos eque so totalmente compat a veis com os softwares proprietrios mais usados e que podem aser substitu dos sem perda de funcionalidades para o usurio. a Este trabalho est divido em quatro cap a tulos, onde introduzimos o leitor ao mundodo software livre, no cap tulo Software livre e cdigo aberto; mostramos as vantagens e odesvantagens no uso do software livre, em O uso do software livre: vantagens e desvan-tagens; em Quem est adotando o software livre, mostramos que tanto empresas como ausurios domsticos tm adotado software livre com sucesso. No ultimo cap a e e tulo, O soft-ware livre para o prossional de TI, mostramos que existem diversas ferramentas gratuitasque o prossional de TI pode utilizar no seu dia-a-dia. O trabalho conta ainda com In-troduo, Concluso, o anexo com uma Tabela de equivalncia de softwares, o Glossrio ca a e ae as Referncias Bibliogrcas. e a
  • 7. 21 Software livre e cdigo aberto o1.1 Conceitos Apesar dos conceitos de software livre existerem h vrios anos (a Free Software Foun- a adation (FSF) existe desde 1985), ainda existe confuso entre os termos software livre, acdigo aberto, shareware, freeware, software proprietrio, entre outros. o a A FSF apresenta em seu site dezesseis categorias de software, de livre a proprietrio, aconforme a gura 1.1. Figura 1.1: Categorias de software[1] Observando a gura, detectamos uma interseco entre software livre e cdigo aberto ca o(open source, do termo em ingls), porm, que no representa equalidade e nem relao e e a catotal entre os conceitos. Isto se deve ao fato de que um software de cdigo aberto no o a enecessariamente livre. Segundo a FSF [2] para que um software seja considerado livre,ele deve seguir quatro regras bsicas, denominadas liberdades[2]: a 1. Liberdade de executar o programa, para qualquer propsito. o 2. Liberdade de estudar como o programa funciona, e adapt-lo `s suas a a necessidades. O acesso ao cdigo-fonte pr-requisito. o e e 3. Liberdade de redistribuir cpias. o
  • 8. 3 4. Liberdade de melhorar o programa, e disponibilizar as melhorias ao p blico, u de forma que toda a comunidade se benecie. O acesso ao cdigo-fonte o pr-requisito. e e Esta sutil distino se deve ao fato de que um software de cdigo aberto, em geral, ca oaceita restries que podem ferir uma ou mais das quatro liberdades que regem o conceito code software livre. O mesmo ocorre com os software semi-livres. Softwares desta categoriapossuem licena para uso, cpia, distribuio e modicao, contanto que o objetivo c o ca cano seja o lucro. A restrio da no-lucratividade faz com que ele no seja considerado a ca a apuramente livre. Software livre no signica software gratuito, nem, tampouco, no-comercial. Um a asoftware livre pode ser distribu gratuitamente ou sob a cobrana de uma taxa. Tambm do c eest se tornando comum a comercializao de software livre. Aqui existe outra grande a caconfuso: o conceito de comercial com proprietrio. Um software comercial aquele a a eque foi desenvolvido para uma atividade de negcios. Sua licena ir reger as regras de o c adistribuio e modicaes, podendo ou no ser gratuito [3]. Existem diversos softwares ca co acomerciais que so distribu a dos sob licenas como a GNU GPL. Muitos deles podem ser cencontrados em sites como o SourceForge.net e o Savannah. Existem diversas licenas existentes para distribuir um software livre. GNU GPL, cFreeBSD, Intel Open Source e OpenLDAP so exemplos. A licena confere ao software a csuas caracter sticas de distribuio, cpia e modicaes, entre outras caracter ca o co sticas queo distribuidor achar conveniente. Encontra-se facilmente os textos padro das licenas a cmais comuns, como a GNU GPL e a Public Domain, que podem ser anexados ao softwareque se deseja distribuir. A licena de uso GNU GPL est numa categoria de licenas denominada copyleft. A c a ccopyleft, ao contrrio da copyright - que tem por objetivo garantir o direito de propriedade ado software -, confere ao software as caracter sticas fundamentais do software livre (liber-dades). Um software sob licena copyleft, alm de garantir para si a denominao de c e casoftware livre, garante que qualquer modicao realizada no software e eventualmente cadistribu ser um software livre. da a O software proprietrio (ver Figura 1.1), geralmente regido por uma licena de copy- a cright1 , o oposto conceitual ao software livre. O software proprietrio possui restries e a co 1 Ambas as licenas copyright e copyleft tm o propsito de conferir ao produto - neste caso, o software c e o
  • 9. 4r gidas de distribuio e modicaes so proibidas. Isto no impede que ele seja gra- ca co a atuito. Existem muitos softwares proprietrios que so distribu a a dos gratuitamente (free-ware, como fabForce DBDesigner), sob licenas restritas por tempo ou funcionalidades c(shareare2 , como o Winzip, ou demo3 , como o Enterprise Architect), ou mesmo sob li-cenas especiais (como licenas para estudantes, como o Jude Community, ou para uso c cdomstico, sem ns lucrativos, como o AVG Anti-v e rus).1.2 Projetos de apoio ao software livre Existe uma variedade de projetos que oferecem apoio ao desenvolvimento de softwarelivre, que variam desde patroc nio oferecido por empresas privadas at a oferta de ferra- ementas, hospedagem e divulgao gratuitas do software. Servios como o SourceForge.net ca c(SF.net) e o Savannah tm oferecido ` comunidade o espao necessrio ` divulgao de e a c a a cadiversos softwares livres que, atualmente, so muito bem conceituados. a O SF.net atualmente conta com mais de 140 mil projetos registrados e uma comunidadede mais de 1.5 milho de usurios4 . O servio oferece a hospedagem do projeto e diversas a a cferramentas administrativas e de acompanhamento do software, dentre elas: Controle de verso: o usurio pode optar entre o CVS e o Subversion. a a Hospedagem de site do projeto. Controle de tarefas e cronograma. Gerenciamento de bugs, solicitaes de novas funcionalidades, sugestes e suporte. co o Listas de discusso. a Ferramentas de estat sticas gerais do projeto.- direitos de uso conferidos pelo distribuidor do mesmo. A diferena entre os dois reside, conceitualmente, cno fato de que a licena copyright tem seu embasamento em restrioes de uso, enquanto a copyleft se c cbaseia na garantia da liberdade de uso do produto. Note que mesmo os softwares sob licenas copyleft, capresentam a marca de Copyright ( c ). 2 O termo designa softwares completos, mas com tempo mximo de uso permitido. Geralmente, aps a oexpirar o tempo determinado, o software bloqueado para uso. e 3 Demonstraao - em ingls, demo ou trial. Em geral, softwares distribu c e dos sob este tipo de licena cno tem limite de tempo de uso, mas no apresentam todas as funcionalidades dispon a a veis para ele. 4 Dados de abril de 2007
  • 10. 5 Os projetos cadastrados no SF.net se beneciam, adicionalmente, do excelente conceitoque o servio possui junto a desenvolvedores no mundo todo: os maiores projetos de csoftware livre esto hospedados no site. Junto a isto, adiciona-se a rigorosidade do servio a cem relao aos projetos cadastrados, a burocracia para o cadastramento de um novo caprojeto (o projeto tem que ser aprovado por uma equipe do SF.net antes de ser liberadoo conte do do site) e a estabilidade que o servio possui. Projetos como Apache, Python, u cFirebird, Mesa3D e Ghostscript esto cadastrados no SF.net. a Segundo sua prpria denio, o SourceForge.net o maior site de desenvolvimento o ca ede software de cdigo aberto do mundo[5]. Mas porque cdigo abertoe no software o o alivre? No SF.net existem softwares cadastrados sob vrias licenas (de Dom a c nio p blico ua GPL), entretanto o que importante o ambiente cooperativo de desenvolvimento. A e eregra mais bsica que os softwares cadastrados no site devem disponibilizar seu cdigo- a e ofonte para a comunidade. Isto ocorre, em alguns casos, de forma natural: comum ea existncia do cdigo-fonte dispon e o vel para download no prprio site do projeto. De oqualquer forma, se o administrador optar por utilizar o CVS como ferramenta de controlede verso, todos os arquivos registrados no CVS cam dispon a veis para visualizao e cadownload atravs do site do projeto. Alm disto, qualquer pessoa pode acessar o servio e e cde controle de verso de qualquer projeto cadastrado usando uma conexo annima, que a a opermite a cpia do cdigo-fonte (ou de qualquer material que esteja versionado) mas no o o apermite gravar conte do5 . u A preocupao do SF.net em relao ao conte do oferecido se encontra nos pequenos ca ca udetalhes: todo projeto cadastrado categorizado pelo seu administrador, que pode indicar edesde o tipo de licena sob a qual o software ser distribu at o p blico-alvo do produto. c a do e u Alm de tudo isto, o SF.net ainda oferece um mural de ofertas, onde os administradores edos projetos podem publicar an ncios solicitando ajuda de outros desenvolvedores para useus projetos. O Savannah um servio oferecido pela Free Software Foundation, que tem objetivo e csimilar ao SF.net: oferecer ferramentas de apoio ao desenvolvimento e distribuio de casoftware livre. Ele tem duas subdivises: uma espec o ca para projetos GNU e outra paraprojetos no-GNU [7]. a 5 Os controladores de verso oferecem dois comandos bsicos de uso para recuperar conte do (update) a a ue para gravar conte do (commit). u
  • 11. 6 O projeto Savannah conta atualmente com mais de 49 mil usurios e mais de 2500 aprojetos cadastrados6 . Assim como o SF.net, o Savannah tm seus projetos categorizados epor grupos (GNU, no-GNU, GUG, etc). Tambm oferece ferramentas de administrao a e capara o projeto como controle de verso e gerenciador de bugs e solicitaes dos usurios, a co abem como listas de discusso. O projeto tambm possui um mural de vagas, onde os a eadministradores de projetos solicitam ajuda de outros desenvolvedores para seus projetos.Todos os projetos da GNU esto hospedados no site Savannah. a A Free Software Foundation disponibiliza em seu site o Diretrio de software livre (Free oSoftware Directory), que nada mais que um catlogo de softwares livres para sistemas e aoperacionais livres, principalmente para sistemas GNU. Os programas so distribu a dos emdiversas categorias como bancos de dados, jogos, impresso, matemtica, cincia, v a a e deo,educao, entre outros. ca Como o Savannah de originou da necessidade de concentrar os esforos dos projetos cGNU, a maioria dos seus projetos voltada ` comunidade GNU. O SF.net, por outro lado, e aobjetiva alcanar o maior n mero de projetos poss c u vel. Os projetos que o compe no o atem um sistema operacional alvo, ao contrrio, existem projetos de software para todos aos sistemas operacionais mais comumente usados, como Microsoft Windows, MacOS e asmais diversas distribuies de Linux, sendo muito comum os programas possu co rem verso apara mais de um sistema operacional. 6 Dados de abrilde 2007
  • 12. 72 O uso do software livre: vantagens e desvantagens2.1 Por que usar software livre? Software livre uma questo de liberdade, no preo.[2] e a a c Para a maioria das pessoas a questo do software livre totalmente indiferente, en- a equanto que para muitos uma questo ideolgica. Porm, adotar o uso de software livre e a o e uma opo muito interessante, no somente para reduzir custos, mas, em alguns casos,e ca apara adicionar estabilidade e conabilidade ao ambiente do usurio. a A comunidade do software livre cresceu muito nos ultimos dez anos e, no Brasil ganhou muitos adeptos. E grande o n mero de brasileiros participando de projetos de software ulivre, na traduo de muitos deles, com o objetivo de popularizar estes softwares no pa ca s. Entretanto, in meras barreiras so encontradas, tanto no ambiente empresarial quanto u ano domstico. A popularizao do computador pessoal ocorreu em grande parte devido e caao sistema operacional Microsoft Windows, que permitiu o uso do computador por pes-soas que no tem conhecimentos tcnicos profundos em informtica. Isto terminou por a e agerar uma dependncia aos produtos Microsoft, j que a maioria das grandes empresas e adesenvolvedoras de software tem seus produtos somente com verses para MS-Windows. o O fato de empresas to grandes quanto Borland e Autodesk trabalharem com prati- acamente todos os seus produtos com verses somente para MS-Windows trouxe muita oconabilidade neste sistema operacional proprietrio, o que torna mais dif a troca a cilpor outro sistema, mesmo conhecendo seus pontos fracos - como os conhecidos bugs e afamosa instabilidade do sistema, que foi banalizada pelos usurios (a maioria acha normal areiniciar o computador uma a duas vezes ao dia). No ambiente empresarial, a m divulgao dos sistemas operacionais gratuitos - e a camesmo de distribuies unix tradicionais - faz com que muitos empresrios optem por co ainvestir mais recursos em softwares proprietrios e com licenas de valores altos a adotar a csoftwares livres, principalmente por receio de falta de suporte em caso de problemas ouinstabilidades, ou at mesmo por falta de prossionais capacitados no mercado. Softwares ede cdigo aberto, principalmente, so mal quistos e muitas empresas de software usam o ao argumento de que esta caracter stica provoca reduo de segurana no software para ca c
  • 13. 8convencer o cliente a utilizar um software proprietrio ao invs de um software livre. a e Porm, com a organizao de desenvolvedores e simpatizantes de projetos de software e calivre (PSL), distribuies linux tm ganhado espao em ambientes empresariais, princi- co e cpalmente e, com muita fora, em empresas p blicas - principalmente devido ` grande c u areduo de custos que isto implica. Alm disto, o crescimento do uso de software livre ca eest impulsionando a rea e surgem novos softwares a cada dia, o que est deixando o a a acatlogo de programas dispon a veis para o Linux - e mesmo para Windows, sob licenas de csoftware livre, como a GPL - maior que os similares proprietrios existentes no mercado. a O aumento do p blico tambm traz benef u e cios ` comunidade: j que como o cdigo a a o, em geral, aberto, a correo de bugs feita a velocidades muito grandes e o softwaree ca eatinge maturidade rapidamente - diferentemente de sistemas proprietrios que possuem auma maior burocracia de distribuio. A popularizao da internet tambm ajudou o ca ca esoftware livre, principalmente nos modos de distribuio e divulgao. ca ca Para o usurio domstico algumas caracter a e sticas do software livre podem parecerindiferentes, principalmente porque a maioria desses usurios no desenvolvedor de a a esoftware ou administrador de sistemas. Alm disto, a pirataria de software facilita a eaquisio de qualquer software que se deseje, usando licena falsa, mas que permite o uso ca ccompleto do software. Esta prtica, que se tornou muito popular principalmente devido aaos altos preos cobrados pelas licenas originais, tambm ajuda na reduo de adeses c c e ca oao software livre. Ento, qual a vantagem de se usar um software que tem cdigo aberto? In meras a o uoutras caracter sticas do software livre podem ser aproveitadas por estes usurios: docu- amentao p blica, listas de discusso de usurios do programa, facilidade e agilidade da ca u a aaquisio do produto (em geral, basta copi-lo do site na internet), menor tempo entre ca aa publicao de verses e correes, entre outras. Alm disto, sempre h a possibilidade ca o co e ade se conseguir que uma funcionalidade seja incorporada ao software livre, o que mais edif de ocorrer com softwares proprietrios. cil a2.2 As vantagens do software livre A primeira vantagem citada - em alguns casos, a unica - quando se coloca a questo das avantagens do software livre o custo. Porm, existem outras grandes vantagens, talvez at e e emaiores que o custo envolvido, e que raramente so citadas ou explanadas. As vantagens a
  • 14. 9variam de acordo com o perl do usurio, podendo at mesmo varia de intensidade de a eacordo com este mesmo perl. Por exemplo, o cdigo aberto uma vantagem muito o egrande para empresas, pois lhes d a liberdade de adaptar o sistema `s suas necessidades a aespec cas sem grandes investimentos nanceiros adicionais; j para o usurio domstico, a a eisto no uma caracter a e stica relevante pois, para ele, basta que o sistema funcione deacordo com o proposto e no lhe traga problemas quando deveria solucion-los. a a2.2.1 Manuteno ca A manuteno de software possui trs grandes divises: ca e o 1. correo de erros e falhas. Durante o processo de desenvolvimento existem vrias ca a baterias de testes que detectam erros e falhas decorrentes de implementao ou erros ca de projeto e arquitetura, mas que no so sucientes para cobrir todas as linhas de a a cdigo, em muitos casos. Por isto, ocorrem casos de erros e falhas serem detectados o pelos usurios do sistema, durante o uso; a 2. incluso de novas funcionalidades. As necessidades do usurio evoluem naturalmente a a de acordo com seu negcio ou com seu conhecimento. Da mesma forma, o software o deve evoluir para acompanhar as necessidades do usurio; e, a 3. adaptao das funcionalidades existentes. Em muitos casos uma pequena adaptao ca ca de uma funcionalidade o suciente fazer com que o software esteja de acordo com e a necessidade do usurio; isto no indica um erro do sistema, mas um pequeno a a desvioque deve ser adequado para que o sistema retorne a resposta esperada pelo usurio. a Para o software livre, estas trs condies so facilmente cobertas e de forma muito e co agil. A evoluo de um software livre muito rpida e um sistema novo, cujo p blicoa ca e a udemonstre interesse, tem seu tempo de amadurecimento reduzido signicativamente. Para as empresas, isto uma grande vantagem, pois qualquer adaptao facilmente e ca eimplementada. Erros que sejam encontrados durante seu uso podem ser rapidamente cor-rigidos e o sistema logo retorna ` produo. Novas funcionalidades podem ser adicionadas a cada mesma forma, trazendo ao software a exibidade que as empresas procuram e que, nemsempre, encontram em softwares proprietrios. a
  • 15. 10 A manuteno do software livre pode ser feita de diversas formas, dependendo da calicena do software e da necessidade do usurio, seja ele empresa p blica, privada, usurio c a u adomstico, ou uma instituio lantrpica. Como o cdigo aberto, qualquer pessoa pode e ca o o efazer uma cpia para estudo, correo e/ou adaptao. Em geral, os projetos de software o ca calivre possuem grupos de desenvolvimento abertos aos interessados em ajudar. Se o usurio ano possui conhecimento tcnico ou uma equipe tcnica especialista, pode submeter suas a e enecessidades ou os erros encontrados ` equipe de desenvolvimento do software. Tambm a eexistem empresas de desenvolvimento ou consultoria que oferecem contratos de suporte emanuteno a softwares livres. ca2.2.2 Suporte e documentao ca Uma caracter stica importante do software livre o grande envolvimento da comu- enidade em torno do produto. Este sentimento de cooperao que o software livre traz caembutido em si uma das grandes vantagens que o usurio recebe ao optar pelo software e alivre. O fato do software livre estar dispon para qualquer pessoa estud-lo faz com que seu vel asuporte seja amplo e a documentao farta. Muitas vezes, a documentao formal inexiste ca ca- caso de projetos de pequeno porte; nos projetos maiores e de softwares mais maduros,a documentao formal extensa, veja por exemplo a documentao dos softwares que ca e cacompe o projeto Apache. Entretanto, mesmo nos casos em que a documentao formal o ca pequena, o grupo de desenvolvedores envolvidos no projeto, ou os usurios do sistema,e aparticipam de fruns e listas de discusso que, em geral, tm resposta ` todas as perguntas o a e ae solucionam a maioria das d vidas surgidas no decorrer do uso do sistema. u Isto faz com que a resposta a d vidas e problemas seja muito mais rpida para o u asoftware livre do que se compararmos a mesma situao ocorrendo com um software caproprietrio que, apesar de possuir vasta documentao formal, muitas vezes a possui em a catermos extremamente tcnicos e em poucos idiomas - quando no somente em um. e a Outra vantagem no que se refere ` suporte o suporte a novos idiomas[9]. Os softwares a eproprietrios tem pouca ou nenhuma inteno de possuir verses em in meros idiomas. a ca o uEm geral, estes sistemas vm em ingls ou no idioma nativo da empresa desenvolvedora e ee, no mximo, nos idiomas dos pa a ses onde a empresa deseja xar mercado. Isto traz` tona problemas culturais e deixa ` margem idiomas de pa de pouca inuncia oua a ses e
  • 16. 11dialetos usados por uma fatia muito pequena da populao. Um caso interessante de casuporte ` idiomas o da Islndia. Como objetivo de preservar seu idioma, a Islndia a e a asolicitou ` Microsoft uma verso do Windows em inslands, se propondo inclusive a pagar a a e` Microsoft pela traduo.a ca A Islndia, um pa com pouco mais de 290 mil habitantes [8] e um PIB de US$25 mil a s[4], tem poder para fazer uma solicitao deste porte ` maior empresa desenvolvedora de ca asoftware no mundo. Mas pa em desenvolvimento ou subdesenvolvidos no possuem ses aa inuncia ou o aporte nanceiro necessrio ` tal empreitada. Como o software livre e a apossui seu cdigo-fonte aberto ` comunidade, com pouco investimento se consegue uma o atraduo do programa desejado ao idioma local. Alm disto, muitos sistemas tm sido ca e edesenvolvidos utilizando os padres de internacionalizao I18N da W3C, o que facilita a o catraduo para outros idiomas. ca2.2.3 Aquisio e distribuio ca ca A distribuio do software livre feita de forma mais rpida, eciente e barata que ca e aos softwares proprietrios: por ter a liberdade de distribuir sem restries, o software a colivre possui uma cadeia de distribuio informal inigualvel e, por consequncia, somente ca a eestimvel. A popularizao da internet agregou maior agilidade neste processo, j que o a ca asoftware ca dispon vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana para cpia, vel osem o custo adicional de m dias para distribuio. ca Alguns softwares, principalmente sistemas operacionais que so, em geral, grandes a(uma distribuio Linux mdia hoje utiliza uma m ca e dia de cd-rom de aproximadamente800 MB de capacidade), oferecem a opo de enviar uma cpia da m ca o dia original porcorreio. Geralmente cobrada a taxa de envio, mas existem casos como do Ubuntu eque no cobra tal taxa, enviando o n mero de m a u dias solicitadas sem custo algum aosolicitante.2.2.4 Segurana e privacidade c Algumas empresas, de forma no tica, usam as caracter a e sticas do software abertocontra ele, na tentativa de conquistar um novo cliente. Alm de distorcer a realidade e usar ede ms prticas no competitivo mercado de software, estas empresas enganam o cliente a aao usar estes argumentos para impor uma inexistente falta de segurana nos softwares de c
  • 17. 12cdigo aberto - existem vendedores que dizem aos clientes que o fato de qualquer pessoa opoder alterar o cdigo (o que parcialmente verdade, j que os grandes softwares possuem o e aum controle r gido de alteraes, restrito a um grupo de desenvolvedores) faz com que seja comais fcil de se encontrar falhas e portas de entrada (backdoors) neste tipo de sistema. a Isto , de fato, verdade. Se uma pessoa m intencionada quiser se dispor a ler um e acdigo de um software muito utilizado, digamos um sistema de segurana de redes como o o cSnort ou o IPChains, totalmente poss e vel, porm a resposta da comunidade a este tipo ede ataque muito rpida e as falhas de segurana so rapidamente corrigidas, exatamente e a c aporque o cdigo aberto. Se a mesma situao acontece com um sistema proprietrio, de o e ca acdigo fechado, a falha decoberta - apesar de no possuir o cdigo do sistema, facilmente o a ose descobrem falhas de segurana nos sistemas de grande porte; e isto ocorre com uma cfrequncia muito grande - pode ser explorada por muito tempo, at que algum a reporte e e eadequadamente ` empresa desenvolvedora e esta disponibilize uma correo ou nova verso a ca ado sistema. A questo da privacidade um ponto que tem sido muito discutido atualmente devido a e` uma srie de funcionalidades ocultas(eventualmente descobertas) de alguns softwaresa eproprietrios que remetiam informaes sigilosas de usurios destes sistemas para a em- a co apresa desenvolvedora do sistema. Esta questo ainda muito debatida e no se chegou a e a` uma concluso: muitos acreditam que as tais funcionalidades no existem realmente;a a aque so frutos de trojans espec a cos; ou que so propagandaenganosa dos concorrentes. aAlgumas empresas como a Microsoft assumiram que verses de alguns de seus softwares opossu am tais ferramentas mas que foram removidas da verso nal distribu no mer- a dacado. O fato que, em softwares proprietrios, resta ao consumidor-usurio acreditar no e a adepoimento da empresa que lhe vendeu o software, pois ele no ter acesso ao cdigo para a a oter certeza absoluta. O que no acontece facilmente com um software de cdigo aberto, a opois qualquer funcionalidade pode ser facilmente rastreada e a comunidade inteira alertadaem questo de horas. a2.2.5 Independncia e transferncia tecnolgica e e o Poucos produtos atualmente dispem de uma liberdade tecnolgica to grande quanto o o ao software livre. Padres so desenvolvidos e aplicados em plataformas livres, j que a o a a
  • 18. 13comunidade do cdigo aberto est mais disposta a testaros padres antes e garantir seu o a ofuncionamento adequado e termina por ser um dos grandes responsveis pela homologao a cadestes padres. o Outro fator que os desenvolvedores quando se propem a desenvolver um software que e oser disponibilizado de forma gratuita e com o cdigo-fonte para toda a comunidade, j se a o apreocupa em deix-lo com certas caracter a sticas que facilitaro sua disseminao. Utilizar a capadres de internacionalio, como o I18N, por exemplo, uma atividade que tem se o ca etornando comum neste meio. Outras caracter sticas como independncia de plataforma, egarantia de manuteno e sustentabilidade tm sido fatores que inuenciam o p blico a ca e uoptar pelo software livre. Ferramentas de desenvolvimento gratuitas, como o Java, tem causado grande impactono mercado de software livre, incluindo conjuntos de ferramentas e pacotes para apoio aodesenvolvimento com o prprio Java so desenvolvidos em Java! o a2.3 Distribuio, licenas e patentes: onde est o lucro nisto ca c atudo? O software livre no traz embutido em si custo direto, pois no comum cobrar- a a ese pela distribuio, apesar de isto no ser impeditivo de cham-lo de Software Livre - ca a aquando carrega o atributo gratuito no cobrada taxa, mas licenas como a GPL dizem a e cclaramente que o fato de ser livre no implica em ser gratuito. Entretanto, a comunidade adistribui gratuitamente a grande maioria dos softwares livres produzidos. Muitas empresas faturam com o software livre desenvolvido de maneira indireta. Osoftware (cdigo compilado ou fonte) no vendido ou nenhuma taxa cobrada pela sua o a e edistribuio, porm o desenvolvedor vende servios de instalao, customizao, treina- ca e c ca camento, manuteno, entre outros. ca A distribuio feita de in meras maneiras, de acordo com a abrangncia desejada ca e u epelo desenvolvedor. O meio mais utilizado atualmente a Internet, conforme descrito e dia CD ou DVD com cpiana seo anterior. Mas existem empresas que oferecem a m ca ooriginal do software gratuitamente, mediante pequenas taxas ou somente mediante a taxade entrega.
  • 19. 143 Quem est adotando o software livre? a3.1 Empresas privadas Empresas privadas de todos os portes tm adotado gradativamente softwares livres eou gratuitos em substituio aos programas mais comumente usados, como os pacotes de caescritrio (editores de texto, planilha e apresentao), gerenciadores de bancos de dados o cae sistemas operacionais. Em geral, estas empresas optam por utilizar software livre nas reas de dom inter- a nionas - principalmente dentro dos departamentos de TI - substituindo sistemas operacionais,gerenciadores de bancos de dados, ferramentas de desenvolvimento e manuteno interna. ca nimo de ferramentas desejadas tambm so uti-Aplicativos estveis e com o conjunto m a e alizados. Mas o mercado de software livre ainda no conseguiu bons aplicativos para aconcorrer na rea de editorao grca e desenho vetorial - reas em que os softwares da a ca a agigante Corel e do pacote AutoCad dominam h anos. a3.2 Empresas p blicas u Nas empresas p blicas o baixo oramento para TI ajuda na opo pelo software livre, u c cafazendo com que este tipo de software aparea com maior frequncia e para a maioria das c ereas de atuao, desde pacotes para escritrio at editorao grca e todo o pacote dea ca o e ca aferramentas de desenvolvimento e manuteno interna de sistemas. ca Nos ultimos anos, o governo federal brasileiro tm incentivado o uso de software livre etanto para empresas quanto para consumidores domsticos, com o intuito de reduzir o ecusto de aquisio e de reduzir o impacto de manuteno cont ca ca nua de software nas contasp blicas. u Nos estabelecimentos p blicos, em geral, os sistemas operacionais de servidores so u aLinux e utiliza-se em maior n mero de estaes pacotes gratuitos como OpenOce do u coque o original da Microsoft. Os bancos de dados para sistemas de pequeno e mdio eporte utilizam gerenciadores como o PostgreSQL ou o MySQL - gratuitos. Sistemas desegurana so montados utilizando IPChains e Snort. c a3.3 Home oce
  • 20. 15 Assim como para empresas, para o ambiente domstico o software livre tem muito o eque agregar. Apesar da facilidade existente para copiar ilegalmente softwares e utiliz- alos com licenas falsas sem perda de funcionalidades, existem muitos sofwares gratuitos csimilares - e muitas vezes superiores aos pagos - que podem ser utilizados trazendo maisagilidade, desempenho e qualidade ao trabalho produzido. Desde o sistema operacional at o navegador de internet, existem softwares gratuitos eem maior quantidade e para maior p blico do que os pacotes proprietrios. Vejamos: u a Sistema operacional: para o ambiente domstico, temos dois principais sistemas e operacionais no mercado: o Microsoft Windows e o Apple OS. O linux possui mais de trinta distribuies diferentes, adaptadas para os diversos tipos de atividades e co para os diversos n vels de conhecimento do usurio em sistema operacional. a Editor de texto: a instalao do MS-Windows traz consigo o Bloco de Notas e o ca Wordpad; em instalaes padro m co a nimas de qualquer distribuio linux, encontra- ca se mais de dez diferentes editores de texto, dos mais simples como o Joe (lembra o edit do antigo MS-DOS) at complexos editores como o VI e o Emacs (que permitem e at chamada de programas externos para processar o texto editado). e Editor de imagens: o Gimp um editor de imagens originalmente criado para Linux e que possui, atualmente, uma verso para Windows. Possui capacidade de edio a ca equivalente a produtos como Adobe Photoshop ou Corel Photopaint. Pacote de escritrio: existem in meros pacotes de escritrio atualmente, sendo o o u o mais conhecido o OpenOce, porm o linux oferece ainda pacotes como o KOce e - possui menos recursos mas tambm uma tima opo. e e o ca Tocador de m sica ou v u deo: xmms (verso para linux do Winamp) o mais simples a e tocador de m sica existente e j o suciente para se divertir por muito tempo; u a e possui a mesma quantidade de recursos que seu equivalente no MS-Windows, com a vantagem de que mais fcil encontrar e gerar novas skins para ele. e a O Linux tambm oferece equivalentes a todos os demais softwares existentes que cos- etumamos utilizar em casa: gravadores de cd/dvd, navegadores de internet, clientes dee-mail, anti-v 1 , jogos, emuladores, etc. rus 1 Apesar da diculdade de propagaao de v c rus e similares no Linux devido ` forte pol a tica de segu-
  • 21. 164 O software livre para o prossional de TI O software livre possui fortes ra no ambiente tcnico. Desde de editores de texto zes emais aparelhados at IDEs sosticadas, o prossional de TI tem ` sua disposio um e a caaparato altamente eciente para ajud-lo no seu cotidiano. a Para as tarefas de documentao, existem processadores de texto como o LaTeX, que catraz ao documento formatao prossional. O LaTeX permite formatar qualquer tipo de caobjeto dentro do texto de maneira prtica, deixando todo o documento dentro do padro. a aO contra que o LaTeX compilado, ou seja, o texto deve ser escrito em um editor e eda preferncia do autor utilizando comandos prprios do LaTeX; depois o documento e odeve ser compilado pelo LaTeX para que possa ser visualizado. No poss a e vel editarum documento LaTeX como editamos um documento em processadores de texto comuns,como o Microsoft Word ou o BrOce Writer1 . Os prossionais de TI tambm se beneciam com o uso de editores de texto mais epoderosos como o VI e o Emacs. Estes dois editores trazem diversas ferramentas queajudam na edio de textos. Seria injusto comparar editores como o Bloco de Notas do caMicrosoft Windows com VI ou Emacs, pois estes ultimos oferecem muito mais ferramentas, por exemplo, plugins, sistemas complexos de localizao e substituio de textos, aber- ca catura de diversos arquivos simultaneamente, integrao com ferramentas externas, entre cain meros outros benef u cios. Na rea de desenvolvimento de software existe h muitos anos linguagens de pro- a agramao gratuitas, ou seja, cujo compilador pode ser adquirido sem custo. As mais cautilizadas atualmente so o C++ e o Java. Para o C++ existem diversos compiladores agratuitos (as distribuies Linux trazem o gcc por padro) e algumas IDEs que ajudam co ano desenvolvimento de aplicaes simples (como o Blodshed Dev C++). Mas o Java co eque se destaca nesta rea. a Duas IDEs disputam a preferncia dos programadores de Java. O Eclipse e o Netbeans eso duas ferramentas poderosas e que, graas ` incluso de plugins, tm capacidade vir- a c a a etualmente innita de agregar funcionalidades. Ambas oferecem servios bsicos de edio c a carana impl c cita no sistema operacional, ainda assim poss haver contaminaao - ressaltando que a e vel cprobabilidade de infecao por v c rus, trojans e worms no linux muito menor que no MS-Windows e 1 Este trabalho foi inteiramente desenvolvido utilizando o LaTeX
  • 22. 17de cdigo, como esquema de cores, auto-completar comandos de acordo com as APIs, oajuda on line das APIs usadas, auto-correo de cdigo. Mas a sosticao dos plugins ca o e cadispon veis que ajuda a cativar o p blico. Ambas as ferramentas so gratuitas e tm u a everses para Linux e Windows. O Eclipse desenvolvido em Java e, por isto, pode ser o eexecutado em qualquer sistema operacional que possuir a mquina virtual do Java. a
  • 23. 185 Concluso a Como pudemos ver, o software livre traz in meras vantagens no seu uso, que vo alm u a edo baixo custo (tendendo a zero). O uso do software livre pode trazer diversos benef cios,como a independncia de tecnologia, melhoria de desempenho e liberdade de uso. e Na maioria do tempo utilizamos software proprietrio por questo de costume. A a amaioria das pessoas tm diculdade com mudanas e preferem pagar por ferramentas que e cno utilizam a substituir os aplicativos conhecidos pelos similares gratuitos e livres. a No ambiente de desenvolvimento de software isto no to grave pois as tecnologias a e ade desenvolvimento mais utilizadas atualmente so baseadas nos conceitos de software alivre. Utilizar software livre ainda uma questo de ideologia, mas que est se tornando uma e a aquesto de custo/benef a cio, principalmente pelo fato de haver incentivo pelos governos dediversos pa na adoo do software livre, como Frana e Brasil. Este tipo de incentivo ses ca cfoi fundamental para trazer o software livre para o mercado domstico, onde ele tem se ermado cada vez mais e conquistado seu merecido espao. c
  • 24. 19Anexo A: Tabela de equivalncia de softwares [6] e Escritrio o Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux Acrobat Reader Acrobat Reader Kpdf, Acrobat Reader Bloco de Notas, Word Edit Gedit, Kate, Leaf, Pad Emacs, Mousepad Microsoft Word OpenOce.org Write OpenOce.org Writer, AbiWord Microsoft Excel OpenOce.org Calc OpenOce.org Calc, GnuMeric Microsoft Power Point OpenOce.org Im- OpenOce.org Im- press press Microsoft Access OpenOce.org Base OpenOce.org Base Microsoft Money - GnuCash Utilitrios a Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux WinZip, WinRar Stut File Roller, Ark Windows Explorer Finder Nautilus, Konqueror, Thunar, Rox-Filer Gadgets, Google Widgets gDesklets, aDesklets, Desktop Gadgets SuperKaramba, Gkrellm Google Desktop (Busca inteligente in- Deskbar (Gnome) Search tegrada no sistema) Vmware, Virtual PC Virtual PC, Parallels Vmware, VirtualBox, Qemu, Bochs, Xen, DOSEMU
  • 25. 20 Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux Adicionar e Remover Finder, Mac Installer Synaptic, Adept Programas Norton Anti V rus, VueScan Dr. Web, Trend AVG, Avast, McAfee, ServerProtect, RAV Panda AntiVirus, F-Prot, Clam AntiVirus, Kaspersky, YAVR V rus, Trojans, Spy- V rus, Trojans, Spy- No tem a wares, Adwares wares, AdwaresInternet Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux Windows Live Mes- aMSN, MSN Messen- Gaim, aMSN, Mer- senger, ICQ, YIM, ger, Adium cury, Kopete Jabber, Gtalk, MSN Internet Explorer Safari, Firefox, Opera Firefox, Swiftfox, Konqueror, Opera Outlook Express, Mi- Mail, Thunderbird Evolution, Kontact, crosoft Outlook Thunderbird Microsoft FrontPage, iWeb NVU, Quanta+, Blue- Dreamweaver sh mIRC Colloquy XChat, Ksirc, Kon- versation, Kvirc, Irssi CuteFTP, Bullet - gFTP, Kbear, Nau- Proof FTP, WSftp tilus, Konqueror Zone Alarm, McAfee - Firestarter, Kmyre- Firewall, Norton In- wall, GuardDog, Fire- ternet Security Wall Builder
  • 26. 21Msica e v u deo Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux Windows media iTunes, QuickTime, Totem, Kaeine, Player (v deo) VLC Mplayer, Xine, Gxine, VLC Real Player Real Player Real Player Nero, Easy CD Cre- iDVD Nautilus, Nero, K3B, ator Brasero, Gnome Baker DVD Shrink iDVD Xdvdshrink, K9copy, Acidrip, DVD::RIP, Thoggen Winamp - XMMS, Beep-Media- Player, AudaciousGrcos e imagens a Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux Photoshop Lite, Pi- iPhoto, Picasa F-Spot, digiKam, Pi- casa casa Adobe Photoshop Adobe Photoshop GIMP, Pixel Edit, KritaProgramas cient cos Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux Origin, Gnuplot - LabPlot, Gnuplot Maple, Mathematica - Mathematica, wx- Maxima, Axiom Matlab - Octave, SciLab
  • 27. 22Desenvolvimento de software Microsoft Windows Mac OS X Ubuntu Linux MSVC++, Net- Netbeans com C++ Netbeans com C++ beans com C++ Pack Pack, Eclipse/CDT, Pack, Eclipse/CDT, CodeBlocks, KDe- CodeBlocks velop, Qt Designer, gcc, Anjuta VisualBasic - Gambas Delphi - Lazarus C# - Visual Studio - Monodevelop
  • 28. 23Glossrio aCVS Sistema de controle de verso. aFree Software Foundation Organizao destinada ` divulgao de software livre. ca a caW3C World Wide Web Consortium. Consrcio de empresas responsvel por o a denir os padres para a internet. o
  • 29. 24Referncias Bibliogrcas e a[1] FREE SOFTWARE FOUNDATION, Categories of Free and Non-Free Software The Free Software Foundation. Dispon vel em http://www.fsf.org/licensing/essays/categories.html. Acessado em 17-04-2007.[2] FREE SOFTWARE FOUNDATION, The Free Software Denition The Free Software Foundation. Dispon em http://www.fsf.org/licensing/essays/free-sw.html. Acessado em vel 17-04-2007.[3] FREE SOFTWARE FOUNDATION, Some Confusing or Loaded Words and Phrases that are Worth Avoiding The Free Software Foundation. Dispon vel em http://www.fsf.org/licensing/essays/words-to-avoid.html. Acessado em 17-04-2007.[4] Index Mundi, Islndia Produto Interno Bruto (PIB) per capita IndexMundi. Dispon a vel em http://www.indexmundi.com/pt/islandia/produto interno bruto (pib) per capita.html. Acessado em 23-04-2007.[5] OSTG (Open Source Technology Group), SourceForge.net: What is SourceForge.net? SourceForge.net. Dispon vel em http://sourceforge.net/docs/about. Acessado em 18-04- 2007.[6] RODRIGUES, Henrique, Programas equivalentes por sistema operacional. Dispon vel em http://wiki.ubuntu-br.org/ProgramasEquivalentes. Acessado em 13/06/2007.[7] Savannah, Savannah website The Free Software Foundation. Dispon vel em http://savannah.gnu.org/. Acessado em 19-04-2007.[8] Wikipedia, Islndia a Wikipedia A enciclopdia e livre. Dispon vel em http://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A2ndia. Acessado em 23-04-2007.
  • 30. 25[9] YEE, Danny, Development, Ethical Trading, and Free Software Danny Yees home page, Australia: 11-30-1999. Dispon em http://danny.oz.au/freedom/ip/aidfs.html. Acessado vel em 22-04-2007.